sábado, 25 de junho de 2011

Múltiplos métodos para orgasmos múltiplos



Não quero colocar palavras na sua boca, use a sua criatividade para isso, mas eu digo que você deve ficar confortável na sua posição, colocar a mão sobre a vulva dela e pressione contra seu monte pubiano com a base de sua palma.
Deixe que seus dedos cubram a área da vulva como uma cortina. Deixe que ela empurre a sua palma e use o indicador e o dedo médio para fazer um movimento rítmico para cima e para baixo como o gesto  sobre a abertura vaginal. Estimule suavemente a glande clitoridiana (a “bolinha”) com a ponta de seus dedos. Para maior variedade alcance a parte interior da vagina pressionando-os lá dentro gentilmente contra o teto vaginal como se você a estivesse levantando da cama. Essa é uma maneira ideal de estimular o clitóris e o ponto G simultaneamente.

4. A língua é mais ponderosa que a espada

A língua é realmente uma ferramenta poderosa, mas deve ser usada com sabedoria, do contrário sua parceira vai querer fugir dela como quem corre de um touro alucinado.
Quando se trata em conversar no idioma do amor, o sexo oral deve ser a língua nativa de todo amante. O sexo oral pode ser um método excelente para orgasmos múltiplos. Mesmo o ator de filmes adultos Ron Jeremy, proprietário de um membro de 25 cm, admite que “mais mulheres se satisfizeram com a minha língua do que com meu pênis.”
Uma vez encontrado, um “lingüista” habilidoso raramente não recebe o reconhecimento merecido. Mas se você não tem certeza do que deve fazer simplesmente fique imóvel e pressione a vulva com a sua língua deixando que a mulher trabalhe. É o equivalente do “lingüista” de deixá-la ficar por cima.
Uma das técnicas mais famosas é a “Rope-a-dope”: deixe que ela empurre e esfregue-se contra a sua língua plana e parada – deixe rolar – e em seguida movimente sua língua com uma série de pinceladas velozes verticais de diagonais. Lamba-a em um pulso curto de energia e então retorne à língua plana e parada para sua parceira trabalhar novamente, esperando por outro momento oportuno para colocá-la em ação novamente.
Tente lambê-la com a habilidade de um pintor experiente: pinceladas amplas, com a mira em um alvo central. Ataque como uma serpente, começando com a parte plana da língua e terminando com a ponta. Tenha certeza de que sabe para onde está mirando.

3. Aprenda em NÃO fazer amor como um ator pornô

Acabe com a pressão e pense no seu pênis apenas como mais uma ferramenta do seu kit de sobrevivência sexual.
Enfoque em penetrações rasas. Na posição papai-mamãe (onde ela fica embaixo e você por cima), use apenas a ponta de seu pênis para penetrar a entrada vaginal. Deixe que seu membro descanse dentro dela. (Se você fica desconfortável nesta posição pode se ajoelhar ou sentar na frente da vulva dela.) Atrase. Enrole. Serpenteie. Fique perto da entrada.
Pressione seu polegar contra o clitóris e gentilmente mova-o de um lado para o outro enquanto você a penetra com estocadas curtas e rasas. Ou pressione todo o comprimento de seu pênis contra o clitóris dela e gentilmente esfregue-o pelas dobras de seus lábios sem sequer penetrá-la. Quando você penetrá-la profundamente pressione o osso da sua pélvis contra o clitóris dela e mantenha esta posição.

2. Passe pela janela de 90 segundos

Antes de passar para a penetração genital e orgasmo use estímulos manuais e orais para trazê-la o mais perto possível do ponto de inevitabilidade orgástica, ou, o ponto sem retorno.
A posição do sexo oral é excelente para observar os sinais visíveis da excitação, especialmente quando as luzes estão acesas. Os mais específicos são o escurecimento da cor e aumento de umidade nos lábios internos dela e a contração do clitóris, ambos sinais de que ela está a 90 segundos do clímax. Mesmo no escuro não é difícil observar quando a glande se retrai. Preste atenção como sente quando a glande está totalmente saltada e ereta e será fácil reconhecer sua ausência.
Quando ela estiver na janela de 90 segundos, tente a posição dela sobre você. Como um excelente método para orgasmos múltiplos, essa posição é ideal para ela por que: Posiciona o clitóris dela contra o seu osso pubiano na base de seu pênis e dá a quantidade ideal de pressão; estimula o clitóris contra o seu pênis; controla o ritmo e passo e modula a experiência do orgasmo.
Você também pode tentar a Técnica do Alinhamento do Coito (TAC). Essa posição sexual aumenta a chance do orgasmo da mulher através da penetração vaginal e aprimora a posição papai-e-mamãe. Durante a TAC o homem penetra de um ângulo mais alto do que o comum, colocando pressão no clitóris da mulher com a base do pênis o osso pubiano. Quando estiver fazendo o TAC o mais importante é manter em mente o contato com o clitóris. O movimento passa a ser um balanço para frente e para trás ao invés de estocadas, com foco no clitóris e a base do pênis.

1. Você já tocou, agora vamos atingi-lo diretamente

Felizmente o ponto G, que ganhou este nome em referência ao Dr. Ernest Grafenberg, é mais uma área do que um ponto. Localizado no teto vaginal, com o diâmetro de uma pequena moeda, você pode senti-lo inchar durante a excitação. O ponto G responde a estímulo mais firme do que o clitóris e apesar de seu estímulo melhorar ou aprofundar a satisfação clitoridiana, isso não vai ocorrer independentemente do clitóris. Algumas pesquisas recentes indicam que o ponto G não é nada mais do que a raiz final do clitóris. [AskMen]



http://hypescience.com/orgasmos-multiplos-2/

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Devassas em sua opinião foi...

Meus queridos e queridas clientes amig@s,

Já estou com saudades.
Curtir um pouquinho de férias é sempre bom.
Entretanto, proponho que mantenhamos contato.
Gostaria que expressasse em poucas ou muitas palavras a impressão que Devassas deixou em você.
Vale dizer tudo... O que sentiu, pensou, curtiu, refletiu, amou, tudo mesmo.

E você que ainda não viu, o que deseja? Sabe o que te espera?

Aguardo notícias.

Um beijo delícia da sua amiga mais DEVASSA

Sindeclayde.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Conecte-se com Devassas

Nosso canal no Youtube tem vídeos de divulgação do espetáculo. No twitter você pode me seguir pelo @eudevassa, também tenho perfis no Facebook e no orkut.

Vamos ficar em contato clientes amig@s!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sindyclayde e Rosa Maria: as mais populares do quarteirão

Fui “voyerizar” o que as mulheres gostariam que fizessem com elas na cama. A segunda temporada de Devassas, peça que marca os 15 anos de carreira da atriz alagoana Ivana Iza, virou um fetiche tão curioso em Maceió que pecado seria não provar da maçã que seduziu até as mais puritanas castas alagoanas não assíduas do teatro local.

A primeira visão excita logo na chegada ao teatro com a fila de espectadores. Grande. Enorme. Homens e mulheres balançam seus ingressos na mão, na expectativa de penetrar a sala escura do teatro antes de as portas, pontualmente, serem fechadas. Situações como essa são inéditas quando estamos falando da maior parte do público consumidor de programação cultural na cidade que não tem o hábito de sair de casa para assistir a espetáculos produzidos e encenados por artistas da casa; geralmente por desconhecer o movimento local de grupos, artistas e produções, ou mesmo por um preconceito incrustado em relação ao que é feito na própria terra. Mas uma coisa está ligada a outra. O desconhecimento gera o preconceito e vice-versa. E esta cultura por sua vez é alimentada pela falta de políticas de incentivo à produção e à valorização das artes locais.

Mas o sucesso de Devassas, tão contagiante quanto o seu marketing viral nas redes sociais da internet, fez do espetáculo um dos maiores formadores de plateia de teatro em Maceió, da casa para a casa, como não se via, acho, desde A Farinhada (1997), peça escrita pelo sociólogo alagoano Luiz Sávio de Almeida, encenada pela Associação Teatral Joana Gajuru e dirigida por René Guerra. O espetáculo, que também foi sucesso absoluto entre o público local e premiado em diversos festivais nacionais, contou com o envolvimento de alguns dos mesmos realizadores de Devassas, como o diretor Flávio Rabelo, o gerente de produção Eris Maximiano e a própria Ivana Iza, que atuou nos últimos anos de vida da peça.

De um lado, em A Farinhada, a história de Rosa Maria: a jovem que sobrevive a duras penas trabalhando em regime de exploração numa casa de farinha, situada na zona rural alagoana. Rosa vê seu romance com o jovem companheiro de sina, Pedro Bom, ser tragicamente encerrado após ter sido violentada sexualmente pelo patrão, que, não satisfeito, mata o mocinho num duelo de vingança.

Do outro lado, em Devassas, a história de SindyClayde: a vendedora de potes de plástico com tampas mistas que garante às mulheres uma vida mais “saudável, organizada, arrumada e acondicionada” através dos ensinamentos de sua finada mentora na arte de não deixar que as coisas e a vida se estraguem. Displicente e bastante comunicativa, Si, como sugere ser chamada, revela sem papas na língua para a plateia de “clientes-amigas” e seus respectivos parceiros a divertida e despudorada trajetória de suas experiências sexuais, distribuídas entre as quatro personagens interpretadas por Ivana, que está sozinha em cena durante todo o espetáculo; exceto nos momentos em que a presença de outros se dá pelas ótimas interações audiovisuais e com o público.

Rosa Maria termina a vida na velhice, vagando pela própria loucura, alimentando a lembrança do amor interrompido pela opressão masculina. Já SindyClayde propõe, logo no início do espetáculo, um juramento coletivo entre as clientes-amigas para que não se abstenham do direito de atingir vários orgasmos numa mesma noite.

Abordada em contextos completamente diferentes, a sexualidade feminina é um ponto em comum nos conflitos das duas peças. Se no primeiro sucesso o público foi chamado a se deparar com o lado obscuro do tema, ambientado num universo de tradições patriarcais não tão distantes do que herdamos daquela realidade, no sucesso mais recente o público é seduzido para virar cúmplice dos mais lascivos desejos e posturas sexuais de mulheres em busca do prazer geral da nação. Da nação heterossexual. Com a quantidade de tabus satirizados em uma hora e meia envolvente de peça, a devassa lésbica ficou de fora. Mas sem qualquer sentido discriminatório. O recorte da dramaturgia, escrita por Ivana, quer apenas estabelecer um olhar mais atento e libidinoso entre os sexos opostos que se atraem mas se retraem no meio de tanta repressão que permeia o assunto e a prática do sexo.

Em cena, Ivana está com tudo. Vive o auge das admirações que provoca nos palcos desde atuações como em Fulaninha e Dona Coisa (2001, direção de René Guerra), Versos de um Lambe Sola (2007, direção de Eris Maximiano), entre outros ótimos trabalhos dos quais participou. Além do texto, Ivana também assina em Devassas a concepção de figurinos e cenário sem deixar a desejar na estética e na praticidade das composições. Segue bem acompanhada com a participação de artistas como o músico e produtor musical Pedro Ivo Euzébio (Tup) na criação da trilha sonora, e o diretor, ator, performer e pesquisador Flávio Rabelo, responsável pela cuidadosa e criativa regência do monólogo.

Com apenas sete meses de vida, e prestes a encerrar neste próximo fim de semana a sua segunda e arrebatadora temporada, Devassas planeja agora participar da agenda nacional de festivais e apresentar-se em algumas capitais do país. Indícios de que a popularidade aumentará. Que me perdoe Rosa Maria, mas Sindyclayde já é mesmo um fenômeno arrasa-quarteirão.

Márcia Shoo

Jornalista / Atriz